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	<title>Direito Civil &#8211; AABJ</title>
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		<title>Você sabe até quando vai a sua responsabilidade quando deixa de ser sócio em uma empresa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin_aabj]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2021 12:32:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Contrato Social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Código Civil Brasileiro estabelece que, perante a sociedade e terceiros, o sócio retirante deverá responder solidariamente pelas obrigações que tinha como sócio, observando-se um limite de dois anos depois de averbada a modificação do contrato social. Na esfera trabalhista, a lei 13.467/2017 incluiu o art. 10-A na CLT, o</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Código Civil Brasileiro estabelece que, perante a sociedade e terceiros, o sócio retirante deverá responder solidariamente pelas obrigações que tinha como sócio, observando-se um limite de dois anos depois de averbada a modificação do contrato social.</p>
<p>Na esfera trabalhista, a lei 13.467/2017 incluiu o art. 10-A na CLT, o qual dispõe que a responsabilidade será subsidiária, ou seja, a dívida deverá ser cobrada primeiramente da empresa devedora, seguida dos sócios atuais para, por fim, poder ser cobrada do sócio retirante, salvo quando for comprovada fraude na alteração societária.</p>
<p>A lei trabalhista também prevê expressamente que a responsabilidade deste sócio retirante será limitada ao período em que figurou como sócio nas ações ajuizadas até dois anos da modificação do contrato social.</p>
<p>Em caso de dúvidas, <a href="https://aabj.com.br/contato/">entre em contato</a> conosco.</p>
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		<title>Quer comprar um imóvel com segurança e tranquilidade, além de evitar possíveis contratempos futuros? Saiba a importância da “Due Diligence Imobiliária”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin_aabj]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2021 14:44:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Due Diligence Imobiliária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Boa parte das pessoas não se atenta, mas o procedimento para adquirir um imóvel com segurança e tranquilidade vai além da escolha do bem, das fases de tratativas e pagamento do valor acordado. Para evitar surpresas futuras – na grande maioria delas custosas e desagradáveis – por parte do adquirente,</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Boa parte das pessoas não se atenta, mas o procedimento para <strong>adquirir um imóvel com segurança</strong> e tranquilidade vai além da escolha do bem, das fases de tratativas e pagamento do valor acordado.</p>
<p>Para evitar surpresas futuras – na grande maioria delas custosas e desagradáveis – por parte do adquirente, o ideal é que seja incluído um procedimento entre as tratativas e o cumprimento da obrigação (pagamento), preferencialmente antes mesmo da apresentação da proposta formal.</p>
<p>Esse procedimento é conhecido como “<strong>Due Diligence Imobiliária</strong>”, termo em inglês que traduzido quer dizer “devida diligência”.</p>
<p>A “Due Diligence” consiste na <strong>análise completa</strong> da situação do imóvel, bem como do seu atual proprietário, com foco em eventuais ônus ou riscos potenciais ao pretenso comprador com a realização do negócio.</p>
<p>Do imóvel buscam-se informações, documentos e certidões junto ao Registro de Imóveis responsável, bem como junto aos entes federativos (união, estados e municípios), além de outras informações relevantes junto ao demais órgãos competentes. Trata-se da análise dos chamados “<strong>ônus reais</strong>”, ou seja, da propriedade imobiliária em si.</p>
<p>Também é de fundamental importância que se faça o estudo de eventuais ônus de ordem pessoal, ou seja, aqueles que recaem– ou possam recair – sobre o atual proprietário do bem, seja ele pessoa física ou jurídica.</p>
<p>A busca de eventuais ônus em nome do vendedor é o grande diferencial da “<strong>Due Diligence</strong>”, pois vai além da simples extração de certidões, o que geralmente é feito pelo cartório ou pelo corretor de imóveis. O procedimento engloba um vasto escrutínio da situação do vendedor, inclusive no que se refere ao seus processos judiciais e administrativos existentes.</p>
<p>Caso se esteja diante de um vendedor inidôneo, com uma situação que possa vir a gerar problemas ao pretenso comprador, há uma enorme probabilidade das diligências efetuadas acenderem a luz vermelha.</p>
<p>Concluída a análise, é emitido um relatório ao pretenso comprador contextualizando o cenário a que se está diante, assim como um parecer opinativo no qual é exposto, de forma objetiva, a existência ou não de potenciais riscos a partir da aquisição do bem.</p>
<p>Assim, o adquirente poderá embasar sua decisão de seguir adiante ou não com o negócio através de parâmetros concretos e objetivos, o que servirá não só para auxiliar na tomada da decisão de comprar ou não o bem, como também em uma possível barganha do preço.</p>
<p>E, na remota hipótese do adquirente experimentar algum problema futuro após a compra, o que poderá ocorrer, a “<strong>Due Diligence</strong>” também lhe socorre de forma objetiva, eis que o Parecer acompanhado dos devidos documentos extraídos na fase de tratativas poderá conferir ao novo proprietário a condição de terceiro de boa-fé, ou seja, que este ignorava aquele ônus que veio à tona posteriormente, tendo sido diligente e extraído todas as informações ao seu alcance quando da compra e venda. Dessa maneira, é possível demonstrar que, à época da aquisição, o comprador não tinha como saber daquele ônus que só foi conhecido posteriormente.</p>
<p>A importância da “<strong>Due Diligence</strong>” nos dias de hoje é inquestionável, pois confere parâmetros importantes ao pretenso comprador para a tomada de decisão, além de proteção para eventual problema futuro, ainda que este já esteja consolidado como efetivo proprietário.</p>
<p>Portanto, se pretende adquirir um imóvel, <strong>busque um profissional de confiança</strong> para efetuar a “Due Diligence Imobiliária”, pois o barato pode sair muito caro lá na frente.</p>
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